Era uma terça-feira à noite. João, 41 anos, engenheiro no Porto, estava deitado ao lado da mulher com quem partilhava a cama há 14 anos — mas sentindo-se completamente sozinho.
Não era falta de amor. Era algo mais difuso, mais doloroso: a sensação de que algo havia morrido entre eles. A conversa havia secado. O toque havia desaparecido. E ele não sabia como chegar até ela.
Três semanas depois, por acaso, João descobriu um método. Algo que o seu avô chamava simplesmente de "o Protocolo Taurus" — uma prática passada de geração em geração, que os homens mais velhos conheciam mas raramente falavam.
Na semana seguinte, a sua mulher perguntou-lhe: "O que é que aconteceu contigo? Estás diferente."
"Não mudei nada. Apenas aprendi a estar presente de uma forma que ela não conseguia ignorar."